sábado, 18 de janeiro de 2014

Censura e opressão no deserto

Tanta coisa passando na minha cabeça, e eu nem posso postar sobre isto.

Hoje eu tive que conversar com um cadáver.

Mas não tenho tempo para escrever sobre isto.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Não existem camisas do Supertramp no deserto

Sinto muito, cara.
Não existem camisas do Supertramp.
E quem é que gosta de Supertramp afinal?
Esta banda sequer já existiu algum dia?

As esperanças de guilherme foram tão massacradas.
Talvez sua doença mental esteja ficando bem mais forte que o comum.
Talvez tenha algo a ver com o calor excessivo.

guilherme gosta de caçar coisas impossíveis para si mesmo.
guilherme vive no deserto.

Digam adeus, crianças, vamos embora daqui.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A morte no deserto

Todo dia é dia de merda.
Dia de Folia.
Dia de alegria.

Todo dia é dia de merda.
É dia de festa.
No seu coração.
Vaso.
E pulmão.

Hoje tinha visita técnica.
Indo pro trabalho eu caí num boeiro, me afoguei no esgoto de fezes e urina humana e morri.
Chegando na empresa, encostei o dedo na tomada e morri.
Depois me mandaram para a visita técnica.
No caminho para a visita técnica o carro capotou e eu morri.
Depois, quando eu tava voltando pra casa, um atirador de elite me deu um tiro na cabeça achando que eu era um terrorista, e eu morri.
Quando cheguei em casa, estava exausto, fui tomar um banho.
Estava tão cansado que cochilei no banho.
Caí no chão, quebrei o vidro do box que cortou meu pescoço.
Foi assim que eu morri.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Gatos imortais do deserto

É impossível você ter sido um gato na vida passada porque os gatos nunca morrem de verdade. Eles só fingem a própria morte, colocando corpos falsos em seu lugar, para que possam voltar para seu planeta natal. Gatos apenas passam as férias aqui no planeta Terra, o planeta deles é milhares de vezes mais evoluído que o nosso.


Pra falar a verdade, eu estou meio desanimado para ir no boliche amanhã. Preguiça infinita. Eu queria ficar em casa dormindo ou ficar sozinho o dia todo. Mas vou tirar a minha bunda metálica desta cadeira e vou para o boliche com os caras.
Vai ser legal.
Talvez depois eu assista o (ia escrever nesta linha que ia assistir o filme "A vida secreta de Walter Mitty" de novo, mas acabei descobrindo que não está mais em cartaz).

Eu tenho medo de ir lá, pra falar a verdade. Vai ter pessoas lá, as pessoas vão ficar conversando sobre coisas legais enquanto eu serei cada vez mais empurrado para um canto onde ficarei isolado e quando eles finalmente me matarem, vão roubar minhas peças e vender para o ferro velho.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

A semana milenar do deserto

A semana passou tão rápido para todo mundo, não é mesmo, doutor?
Exceto para nós que temos a impressão de que estamos aqui desde que o deserto foi criado.

cpskmlfçdskfvk

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

O ano do deserto - mais forte que nunca, doutor

Então, doutor. As vezes a vida precisa nos mostrar que pode ser decepcionante mesmo quando não esperamos nada dela.

Ontem meu amigo Preto Velho morreu, doutor.
Hoje eu fui assaltado. Eu tentei correr, mas o cara estava de moto. Felizmente só pegou o celular que a bateria não dura nem um dia, um MP4 todo gambiarrado que a bateria não dura nem um dia, um relógio que as pulseiras já estão totalmente detonadas, e uns trocados.
He he! ele deve ter passado muita raiva quando viu o que tinha roubado!
Aquelas coisas podiam ser porcarias, mas tinham valor para mim, doutor.
Agora fico olhando toda hora para o meu braço para ver as horas mas o relógio. E ainda terei que arrumar um despertador para amanhã cedo.
Sim, amanhã tenho viagem técnica, tenho que estar na empresa às 8 horas.
O pior é não poder caminhar e ouvir minhas músicas do Supertramp.
Está tudo bem ruim por aqui, doutor.
Se o ano continuar assim, eu me questiono se vou sobreviver até o final.
Talvez eu morra amanhã na viagem.
Espero que não, doutor, pois eu estava me adaptando bem ao deserto.

Sim, doutor, meu isolamento está bem forte neste momento. Apesar de que sábado eu tenho boliche com uns amigos do CEFET. Mas é só um evento isolado, doutor. No geral estou me adentrando no deserto cada vez mais.
Meus "sentimentos" estão quase inexistentes.

Bom, doutor, agora tenho que ir, pois, amanhã vou acordar tão cedo que poderia até ser considerado uma violação dos direitos humanos. Até mais, doutor!

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Preto velho

Preto velho está morto.

Mas os bons momentos que passamos vão continuar comigo.
Vou sentir muito a sua falta, amigo.
Descanse em paz.

domingo, 5 de janeiro de 2014

O grande idiota no deserto

Hora de voltar a ser o grande idiota.
As férias acabaram.

Foram excelentes férias, deu pra fazer muita coisa legal, deu pra descansar bastante.
Deu pra assistir o final de Dexter.
Assistir uns episódios inéditos de Family Guy.
Começar a assistir South Park.
Assistir os filmes: "A vida secreta de Walter Mitty", "Salt", "Gente grande"...
Jogar muito Xbox.
Programar em Java, C sharp, começar a estudar USB.

Agora tudo vai voltar aos poucos ao ritmo normal.
E acho que vai ser muito bom retornar às atividades.

Hora de voltar ao normal.
Hora de voltar a ser o grande idiota.
O idiota da cidade.
Olá, eu sou o idiota da cidade.
O que? você não me conhece?
Oi.., não faz mal... todos conhecem o idiota da cidade.
Pergunte a qualquer um e terá a resposta.
O grande idiota.

Eu deixei um piano cair em cima da minha cabeça.
Eu queria ir no boliche, mas tem tanta gente!!!
Eles podem querer me caçar, me matar e vender minhas peças para um ferro velho!!

E se eles tirarem minhas calças e serrarem minhas pernas fora!!

É claro que eu não sou autista!!
Eu não sou autista!
Eu não sou louco!
Apenas não olhem para mim.

O garoto que presta atenção em tudo ao mesmo tempo, mas não consegue se concentrar em nada.
Ele de fato é...
Somente ele pode ser...
O meu, o seu e o nosso...

O grande idiota.

O ventilador no deserto

O ventilador e o vento sempre foram amigos.
O ventilador deu um tiro no vento e o vento morreu.
Do outro mundo, o vento planejou um golpe de vingança para matar o ventilador.
O golpe deu certo e o ventilador morreu.
A luta se estendeu para o inferno e jamais vai acabar.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

O final de Dexter no deserto.

Quando eu comecei a assistir Dexter?
Acho que ainda estava no CEFET.

Me identificava tanto com o Dexter: Sem sentimentos, solitário.
O fim de Dexter foi realmente muito triste, mas eu tive que assistir.
É como se fosse o fim de uma parte da minha vida também.

"Se eu tivesse um coração, ele estaria partido agora."

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Livre como o pássaro

Eu sou livre como o pássaro.
O pássaro que foi preso na gaiola.
A gaiola que ficou pregada na parede.
A parede no lado de dentro da casa.
A casa que foi construída perto do rio.
O rio onde caiu a chuva forte.
A chuva forte que fez transbordar o rio.
O rio que alagou a casa.
A casa onde a água marcou a parede.
A parede onde estava pregada a gaiola.
A gaiola onde o pássaro morreu afogado.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Conversando com o doutor no deserto

Oi doutor! sei que venho negligenciando um pouco as nossas consultas, mas eu estou razoavelmente bem.
Estou ansioso para o início das férias totais, que já é semana que vem!!
Eu estava conversando com uma gente meio doida, doutor, que talvez fosse bem produtiva. Mas acho que o tempo foi passando e tudo voltou ao normal: o deserto.
As vezes alguns fantasmas do passado (broto) aparecem tentando puxar umas conversas moles que não levam a lugar nenhum. Eu trato logo de, educadamente, finalizar o assunto. Não seremos mais escravos de ninguém, não é mesmo, doutor?
Zerei as missões principais do GTA 5, doutor.. fiquei até triste! O jogo é muito bom, incrível mesmo.
Devo zerar de novo nas férias. É o meu jeito de escapar deste mundo, doutor.

Bom, doutor, foi bom conversar de novo. É muito bom ter alguém pra conversar, mesmo que seja um personagem mudo e sem imagem que só existe na minha cabeça. Obrigado por ouvir o que eu tenho a dizer (ou ler o que eu tenho a escrever, já que, devido à distância do lugar onde você mora, você não consegue ouvir os meus pensamentos mesmo estando dentro da minha cabeça).
Agora estou indo dormir. Boa noite, doutor. Conversaremos mais em breve.

Guilherme do passado, seu idiota, você não vai acabar com o blog.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

"Quando estou bêbada, é claro"

Não, eu não bebo. Sinto muito.
Também não tenho um isqueiro.
Também não tenho uma "seda".
Também não tenho uma "caneta", nem usada nem quase acabando.
Também não tenho e nem quero um baseado.
Também não ouço música eletrônica.

A única droga que eu uso é Busonid.

Um robô pode ter paciência quase infinita, mas ainda assim, existe um limite.

domingo, 8 de dezembro de 2013

"The sound of silence" no deserto.

"O anormal e o normal são muito relativos".
Mas isto é anormal e eu não tenho dúvidas.
Não sei o que acontece aqui, mas sinto uma enorme lacuna a ser preenchida (que provavelmente jamais será preenchida). Eu sigo no mistério e no escuro, sem nenhuma pretensão, neste campo desconhecido no deserto. Não tenho ideia do que haverá no próximo passo, mas estou relativamente seguro. Caso qualquer coisa der errado, eu simplesmente desapareço dali e ninguém jamais saberá aonde estive.


domingo, 1 de dezembro de 2013

Supertramp no deserto

Onde estará a banda Supertramp?
Por que não existe mais?
Acabou.

Lentamente o número de posts por mês vai diminuindo até voltar ao normal.
Sabe o que isto significa?
Significa "Goodbye stranger".

E o nível de idioticidade continua caindo.
Por ser infinito, pode cair indefinidamente.
O passado é sempre infinitas vezes mais idiota.
Mas o presente continua sendo idiota.

Não vamos mais ser tão otários.
Não vamos mais ser escravos.
Talvez até rebaixemos o nível.
Rebaixemos ao nível delas(as goiabas).
Mas tudo sob controle.
Tudo simuladamente.

Agora é férias, né.
Agora é pâncreas.