domingo, 3 de abril de 2016

Ouro Preto

Estou com muito sono para conseguir escrever adequadamente sobre isso..
Mas, hoje (ontem, na verdade) foi muito além das minhas expectativas!
Foi realmente incrível..
Uma vitória gloriosa e memorável para o Forever Alone.
Seremos eternamente gratos a garota de Ouro Preto, que rouba beijos e deixa no lugar felicidade, carinho, um filme muito bom e uma ótima conversa!

quinta-feira, 31 de março de 2016

Lactose

Aquele bom e velho clichê de gostar de alguém que acha que gosta de outro alguém que já tem alguém (Com o número correto de "alguém's", sem aumentar pra exagerar).
De certa forma, é triste o suficiente para chorar lágrimas sem lactose

quinta-feira, 24 de março de 2016

Solidão

Solidão de verdade.
Solidão pra eternidade.
Solidão que nos corrói.
Solidão no peito dói.

Solidão todo dia.
Solidão sem companhia.
Solidão toda noite.
Solidão eterno açoite.

Solidão quem eu sou?
Solidão onde eu estou?
Solidão dentro do peito!
Solidão não tem mais jeito!

Solidão não me deixe aqui!
Solidão não sei pra onde ir!
Solidão estou tão longe!
Solidão forever alone!

Alfinetes

De dentro da sua prisão invisível, no fundo do poço, ele joga alfinetes ao ar, numa expectativa já desiludida de que alguém se espete e resolva investigar.
Mas, os alfinetes que ele arremessa são tão invisíveis, imperceptíveis, imateriais para os outros seres quanto todo o seu pequeno universo.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Sclepser

O nome dele era Sclepser.
Ele tinha múltiplas personalidades.
Duas delas apareciam com maior frequência.
Uma era muito tímida e anti social.
Outra era extremamente extrovertida popular, e muito bem sucedida em relacionamentos.
O problema era que esta última apenas aparecia quando não havia ninguém por perto.
Sclepser era um cara conflitante, e absurdamente solitário.

sábado, 19 de março de 2016

Poço

Não chega a ser um poço.
Nem um buraco tão fundo assim.
Mal chega a ser uma depressão no solo.
Bastaria se levantar, subir um degrau, e ele estaria livre.
Mas ele definitivamente não está livre.
Ele está paralisado, deitado naquele buraco, que pra ele é infinito.
Todo mundo passa e não enxerga qualquer problema.
Como se fosse outra pessoa qualquer, apenas deitada no chão.
Ele engana qualquer um direitinho.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Universal

É como se, a qualquer momento, alguém fosse surgir do nada, estender a mão e resgatá-lo da solidão daquele planeta deserto.
Mas, mesmo que alguém ousasse tentar, ele provavelmente daria um jeito de fazer esta pessoa ir embora confusa.
O deserto é a sua mente, e é auto sustentado num ciclo vicioso onde a solidão apenas vai se tornando cada vez mas oceânica, abissal, universal.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Infinitesimais

Como o editor que insere mensagens subliminares em quadros aleatórios isolados de um filme, ele vai contando sua realidade, pontos infinitesimais por vez.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

O retorno dos sonhos - Viagens

Fazia bastante tempo que os sonhos haviam me abandonado, ou eu os havia abandonado.
Mas, eis que, nestes momentos onde as coisas começam a dar certo, os sonhos começam a brotar na minha mente outra vez.
Estou começando a pensar em viajar por aí.
E sei que, pelo menos mais dois amigos vão querer ir viajar também.
Viagens aleatórias, de baixo custo e bem simples, só mesmo para conhecer os lugares, conversar com pessoas.
Começaremos por vias terrestres, lugares próximos, e depois pode ser que elas se tornem cada vez mais sofisticadas.
Ainda precisamos evoluir a ideia, mas, acho que pode dar bem certo sim!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Seguido por Júpiter

Seguidos por Júpiter, caminhamos pelo mundo, passando por entre as aconchegantes cordas de violão que nos enrolam o pâncreas e nos aquecem.
O ritmo dos passos determinado pelo inverso da luminosidade faz com que seja difícil ir dormir e ir acordar. O sonho dentro do sonho.
Almejamos um arrefecimento, mas, ainda assim a alta temperatura deteriora o sono e faz com que explodamos as tripas, compondo a bela melodia que se faz dos primeiros dias de aula.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Gabi!

Se um dia alguma Gabi ou qualquer outra pessoa chegar a ler este "poema", não se ofenda por ele.
Eu comecei a escrever apenas de brincadeira conversando com amigos, e no meio do poema, comecei a lembrar de coisas que aconteceram e acabou que o poema foi ganhando uma certa.. uma certa.... bem, eu não sei o quê, pra falar a verdade.
Esse poema é baseado em fatos reais (exceto a parte do xixi e do vaso..) que agora já fazem parte do passado distante que pode ser zoado sem grandes problemas.
Enfim, se preferir, simplesmente o ignore completamente!

Um dia fui fazer xixi.
Mas não pude crer no que vi.
Gabi!
Gabi!

Saindo de dentro do vaso.
Com seu cabelo avermelhado.
Gabi!
Gabi!

Tentei fugir assustado.
Mas, logo fui atacado.
Gabi!
Gabi!

Me deixou paralisado.
Seu cabelo alisado
Gabi!
Gabi!

Num belo por do sol laranja.
Ela apareceu de franja.
Gabi!
Gabi!

Não teve mais solução
E surgiu uma paixão,
Gabi!
Gabi!

Fui tentar me declarar
Meus sentimentos demonstrar
Gabi!
Gabi!

Mas level na cara um NÃO!
Era tudo ilusão!
Morri!
Morri!
Morri!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

O dia em que o pâncreas explodiu de felicidade

Hoje eu terminei uma parte de um aplicativo que comecei segunda feira dessa semana.
Fui, com toda a insegurança do mundo mostrar pra um dos meus chefes, já achando que estava demorando demais, mas ele disse que o programa tinha ficado muito bom e que estava surpreso com o quão rápido eu tinha feito!!
Eu fiquei muito feliz com isso!
Quando você é absurdamente, patologicamente tímido e inseguro, um estímulo desses causa um alívio muito grande.
Principalmente porque, a minha pior preocupação é o tempo, sempre me achei tão lerdo que nem eu mesmo em câmera lenta conseguiria ser mais lento! E ele disse que eu fiz essa versão muito rápido!
Até agora tem ido quase tudo muito bem, tudo com grande potencial para dar certo!
Vamos ver como o pâncreas vai se sair afinal!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Poesia nasal

Doce é a poesia que sai de cada narina.
Canção viscosa que brilha como purpurina.
O lenço é a grande salvação.
Que nos acalma e alegra o coração.
O vento feroz grita para todo lado!
Como o trovão de catarro que deixa qualquer um atordoado!

domingo, 17 de janeiro de 2016

O fim de semana pâncreas-nútil

Bem, esse fim de semana eu desapontei um pouco alguns dos meus amigos.
Como sempre, fiquei devendo ir na casa de alguns, chamar alguns para a minha casa, sair com outros, e acabei só ficando em casa sozinho sem fazer nada.
Mas, dessa vez, isto não foi totalmente ruim.
Esse fim de semana, eu não fiz quase nada de útil, com uma única exceção: Passei no exame de direção!!
Sim! Com a chuvinha atrapalhando ainda!
Bastantemente legariótico!
Quando cheguei em casa, pensei "Já fiz algo muito útil nesse fim de semana, agora vou só fazer coisas inúteis até segunda feira."
E esse friozinho bom ajudou bastante a cumprir esse pensamento!
Não me orgulho muito, mas curti bastante essa inutilidade e tranquilidade!
Mas, foi só esse fim de semana mesmo! A partir de amanhã volto ao normal com minhas metas para 2016 (que mal começou e já está com potencial positivo extremamente elevado!)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Enfim um janeiro chuvoso!

Eu não deveria estar escrevendo agora. Deveria estar indo dormir.
Mas faz tempo que estou querendo postar e nunca arrumo um tempo, então vai assim mesmo!

Finalmente! Finalmente voltaram as chuvinhas finas que duram vários dias!
Adoro este tempo chuvoso, o vento frio que sopra quase todo tempo, temperatura agradável, as luzes da cidade refletidas nas nuvens pesadas, a iluminação suave dos dias nublados.
Este ano já parece ter muito potencial.
Fui no cinema, saí com amigos, amigos vieram na minha casa, voltei a praticar guitarra, voltei a ler, tudo isso apenas no primeiro mês!
E já comprei reservas numa pousada para ficar hospedado com minha mãe um fim de semana no próximo mês!

Parece que eu estava morto e estou começando a voltar à vida bem lentamente, não sei como pude passar tanto tempo num estado tão estagnado.
Parece que a minha criatividade está, bem lentamente, começando a engatinhar de novo.
Meus posts ainda estão quase que puramente descritivos e sem abstração, eu ainda passo muito tempo fazendo coisas inúteis, mas bem de vez em quando, me surge alguma pequena estória na cabeça. Já cheguei a escrever uma à mão, pretendo passar para o blog em breve.
Me tem surgido alguns fragmentos de melodias também, enquanto toco guitarra. Tenho até gravado alguns trechos. Talvez, em breve eu consiga começar a construir músicas!

Na faculdade, neste semestre, não terei aulas no sábado!
A felicidade que isso me causou mal pode ser expressa em palavras!
Desde que comecei meu curso sonho com este momento!
Sem falar que, pelo menos por enquanto, parece que não haverá nenhum contato com uma certa ave...
Isso também me trouxe um grande alívio. Conto com a possibilidade de ela surgir em uma aula ou outra, pois ainda é tempo de fazerem matrículas. Mas, mesmo se surgir, creio que não será grande problema também. Se este ano alcançar metade de seu potencial, essa certa ave não será problema de forma alguma, pouco importando por onde voe rasgando os céus com suas asas venenosas...

Bem, ainda tenho muito o que escrever, mas realmente preciso ir dormir. Estou tomando uma série de atitudes (que hoje deixei de seguir para escrever esse post) para aumentar minha disposição durante o dia, e aparentemente está funcionando! Antes eu estava passando o dia com tanto sono que estava começando a entrar em pânico. Agora, tudo já parece bem melhor.
Enfim, até mais! Pretendo voltar a escrever em breve!