domingo, 17 de abril de 2016

infinital noderada

Tenho muitas coisas tão absurdamente urgentes e atrasadas para fazer.
Tive um fim de semana de "folga".
Ou, pelo menos não tive provas para estudar.
Na verdade, não foi uma folga. No sábado tive que viajar a trabalho e, por cansaço, perdi o dia todo.
No domingo, saí para um show que foi absurdamente legariótico.
Agora já é noite, e eu não fiz nada do que tinha que fazer.

Como os humanos fazem para ter uma vida e ainda conseguir se manter em dia com os estudos?

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Acho que vai dar tempo e (não deu)

 - 24 horas não são o suficiente! Preciso desesperadamente de mais tempo!
 - Sinto falta da minha solidão, mesmo ainda estando sozinho.
 - Me sinto engolido, esmagado pela rotação do planeta terra que passa por cima de mim a 300 km/h como um carro de fórmula 1 equipado com um rolo compressor.
 - Tenho que repensar algumas coisas. Tenho que definir prioridades.
 - Não sei o que há de errado com meu sono. Vou acabar enlouquecendo de vez. Esse sempre foi um dos meus piores medos e tanta coisa nos últimos anos vem trazendo ele a milímetros da minha cara!
--------
 - Preciso de férias.
 - Preciso parar o tempo, dormir por uns 10 anos e depois voltar recuperado no momento em que parei.
 - Preciso trocar o dia pela noite.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH!!!!!

domingo, 10 de abril de 2016

Social Sclepserismo

Olha, quando tem 4 posts no mesmo dia é porque a coisa tá feia.
Incrível como a minha dificuldade para estudar está aumentando vertiginosamente.
Eu sempre fui de me distrair fácil, mas antes eu tinha menos fontes de distração.
Minha pseudo "vida social" evoluiu muito, está quase se tornando uma vida social (real e sem aspas) e acho que não estou sabendo lidar com isso da melhor maneira.
Tenho que aprender a me focar mais, se não, meu destaque acadêmico corre sério risco.

Demônios de transporte

Estudando "demônios de transporte".
Dá vontade de, assim que acordar de manhã, ir tirar um cochilo, e quando acordar do cochilo à noite, ir dormir.

Pâncreas estima

É muito nova, e bastante estranha para mim esta ideia de que pessoas possam gostar (ou pelo menos pensar que gostam) de mim.
Eu entrei num desses aplicativos de conhecer pessoas pela internet e estou tendo um relativo sucesso lá.
Quando criei o perfil, pensei que ficaria abandonado e que eu deletaria em breve.
Mas, inacreditavelmente, eu atraí, pelo menos, a curiosidade de algumas pessoas.
Talvez isso me permita evoluções mentais que eu nem sequer imaginava.

Tempo de insulina

Tempo.
O passar do tempo.
O arrastar do tempo.
O tempo de insulina.
Pâncreas em produção.

Só um conceito a ser evoluído, como uma glicose a ser processada.

domingo, 3 de abril de 2016

Singularidade

Um fragmento de sonho.
Um produto puramente mental.
Uma daquelas ilusões que nos tomam a mente durante várias horas.
No funcionamento normal do universo, não teria qualquer compromisso com o mundo material.
Porém, estranhamente, houve uma singularidade.
Uma aberração do espaço, tempo, probabilidade.
Uma invasão do mundo real por parte daquilo que deveria estar apenas no imaterial do imaginário.
O possível tomou mais um pequeno pedaço do impossível.
A imaginação se confundiu com aquilo que está fora dela.
Durante um pequeno intervalo de tempo.

Ouro Preto

Estou com muito sono para conseguir escrever adequadamente sobre isso..
Mas, hoje (ontem, na verdade) foi muito além das minhas expectativas!
Foi realmente incrível..
Uma vitória gloriosa e memorável para o Forever Alone.
Seremos eternamente gratos a garota de Ouro Preto, que rouba beijos e deixa no lugar felicidade, carinho, um filme muito bom e uma ótima conversa!

quinta-feira, 31 de março de 2016

Lactose

Aquele bom e velho clichê de gostar de alguém que acha que gosta de outro alguém que já tem alguém (Com o número correto de "alguém's", sem aumentar pra exagerar).
De certa forma, é triste o suficiente para chorar lágrimas sem lactose

quinta-feira, 24 de março de 2016

Solidão

Solidão de verdade.
Solidão pra eternidade.
Solidão que nos corrói.
Solidão no peito dói.

Solidão todo dia.
Solidão sem companhia.
Solidão toda noite.
Solidão eterno açoite.

Solidão quem eu sou?
Solidão onde eu estou?
Solidão dentro do peito!
Solidão não tem mais jeito!

Solidão não me deixe aqui!
Solidão não sei pra onde ir!
Solidão estou tão longe!
Solidão forever alone!

Alfinetes

De dentro da sua prisão invisível, no fundo do poço, ele joga alfinetes ao ar, numa expectativa já desiludida de que alguém se espete e resolva investigar.
Mas, os alfinetes que ele arremessa são tão invisíveis, imperceptíveis, imateriais para os outros seres quanto todo o seu pequeno universo.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Sclepser

O nome dele era Sclepser.
Ele tinha múltiplas personalidades.
Duas delas apareciam com maior frequência.
Uma era muito tímida e anti social.
Outra era extremamente extrovertida popular, e muito bem sucedida em relacionamentos.
O problema era que esta última apenas aparecia quando não havia ninguém por perto.
Sclepser era um cara conflitante, e absurdamente solitário.

sábado, 19 de março de 2016

Poço

Não chega a ser um poço.
Nem um buraco tão fundo assim.
Mal chega a ser uma depressão no solo.
Bastaria se levantar, subir um degrau, e ele estaria livre.
Mas ele definitivamente não está livre.
Ele está paralisado, deitado naquele buraco, que pra ele é infinito.
Todo mundo passa e não enxerga qualquer problema.
Como se fosse outra pessoa qualquer, apenas deitada no chão.
Ele engana qualquer um direitinho.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Universal

É como se, a qualquer momento, alguém fosse surgir do nada, estender a mão e resgatá-lo da solidão daquele planeta deserto.
Mas, mesmo que alguém ousasse tentar, ele provavelmente daria um jeito de fazer esta pessoa ir embora confusa.
O deserto é a sua mente, e é auto sustentado num ciclo vicioso onde a solidão apenas vai se tornando cada vez mas oceânica, abissal, universal.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Infinitesimais

Como o editor que insere mensagens subliminares em quadros aleatórios isolados de um filme, ele vai contando sua realidade, pontos infinitesimais por vez.