sábado, 16 de maio de 2015

Sem cores

Sem mais cores, Doutor.
Muito menos "multicores".
Quero a menina "multicores" o mais longe possível.



Paint it black - Rolling Stones.
https://www.youtube.com/watch?v=n1zBG2TEjn4

sexta-feira, 15 de maio de 2015

O fim?

Nós havíamos decidido eliminar permanentemente a Fênix, Doutor.
Porém, o Raphael disse que não poderíamos desistir assim.
Nos convenceu a fazer uma tentativa final.
Como não sabíamos ao certo o que fazer, deixamos a Fênix decidir, sem saber, o futuro.
A chance estava nas mãos dela.
Se ela aceitasse um convite, eu daria prosseguimento ao plano e a atacaria. Se não, era o fim de tudo.
O prazo máximo era este fim de semana.

E então, chegou o fim, Doutor.
O fim de mais um capítulo.
A Fênix, mesmo sem saber, decidiu por um futuro onde nós não interagimos mais.
Então, esta estória (com 'e' mesmo, pois só existia na minha cabeça!) chega ao fim, de forma irrevogável, irreversível, permanente, eterna e infinita.

Foi divertido enquanto durou, e dessa vez, não saímos tão destruídos quanto na última vez.

A ruptura radical com a vida envolve essa coisa de eliminar completamente o passado para que o futuro possa assumir.
Mas, em compensação, todo fim traz junto um recomeço.
Novas oportunidades surgirão, Doutor.
O guilherme do presente pode ter desistido de viver, e recebido o golpe final hoje, mas o Guilherme do futuro já está se desenvolvendo e logo estará explorando o planeta e, quem sabe, o universo.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Bons amigos

Isso não é amizade, Doutor!
Isso é insanidade!
Isso é suicídio!
Eu estou me matando sem perceber!
E não! Eu não quero morrer assim!
Eu quero lutar e viver!
Eu quero a ruptura radical com a vida!

Se eu já sei como essa estória termina, não sei porque deixei evoluir por tanto tempo até este ponto!
Mas isso acaba aqui!
É sério, Doutor!
Isso faz parte da ruptura radical com a vida!
Eu não posso ficar me sub julgando assim!
Eu mereço mais do que isso, e eu vou buscar!

Está tudo bem

Oi Doutor.
Li um texto "6 verdades chocantes que irão fazer de você uma pessoa melhor" de David Wong.
Achei o texto bem legal, numa parte ele fala sobre como a mente inventa dificuldades no meio do caminho para evitar a mudança.
Um trecho me fez rir um pouco, quando ele diz coisas que podemos pensar para manter a zona de conforto:
“As coisas não são tão ruins! Eu sei que tentei me suicidar mês passado, mas estou me sentindo melhor agora! É totalmente possível que se eu continuar fazendo exatamente o que estou fazendo, eventualmente as coisas irão dar certo! Eu terei minha grande chance, e se continuar fazendo favores para aquela garota linda, eventualmente ela dará mole pra mim!”

Bem, eu estou tentando, Doutor.
Você sabe, né, a ruptura radical com a vida e aquela coisa toda.
Quanto à garota linda, pode ler meus posts de 2013, vai acontecer igualzinho esse ano.
Eu estou muito ferrado, Doutor. Ferrado mesmo.
Eu não gostaria de estar na minha pele agora.
Se eu fosse eu, provavelmente eu fugiria da cidade para nunca mais voltar, com outro nome, pronto para recomeçar tudo do zero.

Por favor, Doutor, não deixe eu cometer o mesmo erro de novo!
Me ajude a pensar numa saída, Doutor.
Não quero que tudo acabe daquele jeito, mas também não quero ficar preso nesse loop pra sempre.
Por favor, Doutor! Me ajuda!

As pessoas sentem a minha presença do mau.
Não adianta eu me esconder.
Não adianta tentar disfarçar.
Eles sabem.
Todos eles sabem de tudo.

Preciso ir dormir, Doutor.
Eu estou passando mal, muito mal.
Não está nada, NADA bem.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

O descanso

Estou exausto, Doutor.
É como se agora fosse uma noite de sexta feira, quando na verdade é uma noite de domingo, e tudo recomeça amanhã.
De certa forma, eu gosto das coisas assim. Na correria.
Mas de outra também certa forma, eu estou simplesmente exausto mesmo.

domingo, 10 de maio de 2015

Os Forever Alones

Não adianta ler o mesmo livro de novo, de novo e de novo esperando um final feliz que nunca chegará.

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Psicólogo não é necessário quando se tem amigos Forever Alones, Doutor.
Eles nos entendem bem, pois passam por situações bem semelhantes às nossas.

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Hoje foi um dia difícil, Doutor.
Mas foi bom reencontrar o Forever Alone, desabafar algumas coisas, escutar outras.
Só que agora eu estou ferrado com um bocado de trabalhos pra fazer...

sexta-feira, 8 de maio de 2015

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Doutor, esses dias estão muito lotados.
Não estou tendo tempo pra nada, nem pra te escrever.
E eu precisava conversar sobre algumas coisas com você, Doutor.

Como sempre, eu ando enviando aqueles e-mails gigantescos para meus colegas de grupos de trabalhos da faculdade. Mas, assim como esse blog, ninguém nunca lê e nem se manifesta a respeito.
No caso do blog, eu gosto que seja assim. Mas no caso dos trabalhos, bem que eu queria que o pessoal fosse mais ativo. Isso realmente me afunda bastante no deserto.

O vírus também está ganhando força, Doutor.
A Fênix mexe comigo as vezes, toca em mim, fala certas coisas e isso e acaba me dando umas esperanças que eu sei que são ilusórias.
Não sei por que ela faz isso.
Não sei se consigo manter as coisas assim permanentemente.
Mas vou levando.
Vamos ver no que dá.

Aquele amigo da minha prima deve estar bem triste agora.
Tenho certeza que ele gostava dela, e agora ela está namorando.
Ele é um cara legal. Parece inteligente, toca guitarra.
Mas, aparentemente, não é o suficiente pra ela.
Talvez seja melhor assim.
Pelo menos ele deve estar livre do vírus dela.
Se a Fênix encontrasse alguém, acho que eu ficaria bem.
O vírus dela seria retirado de mim.
Esse vírus só nos faz ficar gastando pensamento em coisas que nunca levam a lugar nenhum.
Mas, se esse alguém fosse eu, eu ficaria melhor ainda, né, Doutor!
Haha... isso é muito absurdo.
Jamais vai acontecer.
E algo me diz que, no futuro, eu estarei lendo este post e pensando "Eu já sabia como ia terminar, mas tentei assim mesmo. Cometi o mesmo erro mais uma vez".

Difícil.
Ainda bem que você me escuta, Doutor.
Ainda bem que posso conversar com você.
Se não, eu estaria realmente, absurdamente, solitário agora.

Mas, no geral está tudo indo mais ou menos bem, Doutor.
Talvez, o Guilherme do futuro aproveite bem a oportunidade que estamos dando a ele.

sábado, 2 de maio de 2015

Escritor vírus Doutor

Oi Doutor!
Tudo bem com você?
Aqui está indo tudo razoavelmente bem.
Por isto mesmo faz um bom tempo que não visito este lugar.
Geralmente eu só venho aqui para reclamar.
Sou o escritor mais ingrato do mundo.
Eu ainda estou infectado pelo vírus.
Tem horas que ele fica mais forte, domina mais área no meu cérebro, mas tem horas que eu consigo ficar bem livre.
É um vírus muito poderoso, Doutor.
Eu simplesmente perco o controle das minhas ações para tentar servir ao vírus.
Mas vamos ver para onde o planeta vai nos levar.
Vamos torcer pela ruptura radical com a vida dar certo.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Que texto inútil!

O guilherme do presente já desistiu de viver, mas está dando esta grande chance pro guilherme do futuro melhorar de vida.

O Raphael disse que acordou com uma terrível câimbra na panturrilha esquerda.
Isso acontece muito com Forever Alones.
É na panturrilha esquerda que é produzido o hormônio do Forever Alone.
Por isso, a minha batata da perna esquerda pesa 20 kg. A da direita pesa só 2 kg.
A minha já é tão potente que não dá câimbra mais.

domingo, 19 de abril de 2015

Som de caixa

Estamos evoluindo, Doutor.
Bem lentamente, muito lentamente, mas estamos evoluindo.
Hoje foi legal, Doutor.
Conseguimos sair por aí e visitar pessoas.
Acho que estamos no caminho certo para a ruptura radical com a vida.

terça-feira, 14 de abril de 2015

O cupido

Me deram um arco e algumas flechas e me disseram que eu sou o cupido.
Eu flechei todo mundo e todos morreram.

Doutor, é incrível como as coisas legais acontecem com as pessoas ao redor, não é?
Consegue calcular a probabilidade de uma coisa dessas acontecer com a gente?
Fácil né, é zero.
Por incrível que pareça, nem estou tão chateado com isso.
Vou até cooperar.
Vou dar uma de cupido e ver o que eles arrumam.

Eu já cansei dessa história com a Fênix, Doutor.
Agora vou cair fora mesmo.
Meu deserto anda bem agitado esses dias.
Mesmo que a solidão ainda reine absoluta, eu estou envolvido em várias atividades legais, como auto escola e academia, então minha mente vai razoavelmente bem.
Posso viver bem no deserto ainda por muito tempo.
E essa história da Fênix já se provou não ter um futuro.

domingo, 12 de abril de 2015

Eu preciso desesperadamente de qualquer um, exceto você

Tenho 3 provas essa semana e não estudei nem as fezes que caíram do teto.
Vou morrer de infarto e ficar burro.
Vou morrer só e todos os casais vão zombar de mim, pois foi merecido.

A gente tenta cagar pra baixo com muita força.
Mas o cocô acaba sempre caindo pra cima e batendo com força bem na nossa cara.

Oi, Doutor, Tudo bem?
Passou a minha primeira semana na academia.
Estou gostando bastante.
Estou mais animado e até detecto um mínimo nível de esperança no futuro, o que não era vista há anos.

Neste momento, a menina grita com todas as suas forças:
"Eu preciso desesperadamente de qualquer um, exceto você!"
E sai correndo.
O menino cai no chão e observa ela desaparecer no horizonte em segundos.
Ele não tem a menor chance.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

"Sugiro você ficar com mais garotas"

Também sugiro eu ganhar 100 bilhões de dólares pra poder viajar até o espaço e colocar as minhas próprias fezes em órbita.
Se eu pudesse, eu a abraçava com força para não soltar, até que a única energia vital em nossos corpos mortos e frios fosse a dos vermes a nos decompor.
Mulheres maquiadas são abelhas gigantes que nos matam com super ferroadas.
E as vezes eu me alimento de fezes.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Eu sou poeta e não aprendi a cagar

Hora de bater o carro.
Hora de malhar.
Hora de quebrar o osso.
Hora de cagar.
Hora de pedir em namoro.
Hora de namorar.
Hora de levar um fora.
Hora de cagar.
Hora de cagar.
Hora de cagar.
Hora de cagar.

domingo, 5 de abril de 2015

"A ruptura radical com a vida" XII

Amanhã será o grande dia, Doutor.
Começarei minhas atividades na academia.
Talvez, amanhã será o início da minha "ruptura radical com a vida".
Uma tentativa de ruptura por bem, isto é, romper com a vida antiga para buscar uma nova, sem envolver balas atravessando meu crânio nem nada do tipo.
Estou buscando algumas mudanças.
Vamos ver no que vai dar, Doutor.