sábado, 23 de junho de 2012

Pra terminar

Olá gente, fantasmas, seres extraterrestres e outros seres que estão lendo isso. Eu estou terminando meu primeiro (e provavelmente último) blog. Espero que tenham gostado(também espero o papai noel) e tenham tido boa leitura, e boa sorte porque foram as informações mais curiosas e intrigantes que vocês já leram (ou não). Até mais e obrigado pelos Peixes...

Só mais um vídeo que já postei antes, mas que de certa forma me lembra de algo tão importante que eu deixei em outra dimensão. Para fechar meu blog da forma mais simbólica possível.




Muito obrigado a todos que leram, assistiram os vídeos, viram as fotos.. ou não fizeram nada disso.

Até nunca mais.

guilherme, um robô que se cansou do mundo...

FIM


sexta-feira, 22 de junho de 2012

Legariótico

Se há uns 4 anos atrás alguém procurasse na internet a palavra "legariótico", não iria encontrar nada.
Hoje encontraria 2 páginas no Google. Agora, pelo menos umas 50 pessoas ao redor do mundo já ouviram falar em "legariótico". Esta palavra é talvez a coisa mais legal que eu já tenha criado, e é uma coisa que vai me acompanhar até o meu fim.
Já este blog, é apenas uma piada que eu comecei e que fez o mundo inteiro chorar.. Não tem mais propósito.
O Coisas sem noção que só eu entendo foi uma parte pseudo-importante da minha pseudo-vida. Eu fico bastante pseudo-triste que ele tenha que acabar. Mas ele já está me fazendo muito mal. Se por um lado eu desabafo tudo que acontece de ruim, por outro eu acabo sempre relembrando e revivendo essas coisas.
Agora a tendência é eu me isolar cada vez mais, me tornando um completo robô. Vou guardar para mim tudo de ruim que o mundo puder dar. Totalmente solitário, vou agrupar tanta negatividade que quando eu morrer o mundo inteiro e cada pessoa, vai sentir a diferença, como se o mundo tivesse de uma hora para outra se tornado um lugar microscopicamente melhor.
Mas vou juntar bons momentos também. Como as lembranças dos melhores amigos que eu já tive e que alguns nem estão mais aqui, mas que eu homenageio neste post. Como eles fazem falta. A morte é ruim para os que ficam vivos.

Se este é o último post do meu blog? Provavelmente eu vou postar alguma coisa amanhã, mas o dia 23 de junho é o dia da morte do meu blog. Ele já até está preparado e todo arrumado. "Resting In Pieces" (haha que engraçado em guilherme! ¬¬). Como diria o Guilherme Arantes "Só sobraram restos.", aliás aquela música dele é incredivelmente legariótica..

Vou pseudo-sentir muita falta de tudo isto. Agora que o meu blog vai morrer eu serei o ser pseudo-vivo mais solitário do universo.

Bee Gees - I starded a joke. Uma das tantas músicas que descrevem perfeitamente os meus últimos 4 anos.


Gordo: o gato mais feio do mundo. Me fazia companhia quando todos já haviam desistido. Um gato tão dócil, tinha uma personalidade única. Pulava no meu colo pra dormir enquanto eu estava mexendo no computador, o único gato que tive que fazia isso. Gostava de beber qualquer água gotejando.
(Você pode clicar nas fotos para ampliar!)
Gostava de dormir com a cara na parede. Me ajudou a tentar superar a coisa mais difícil que já me aconteceu até hoje. Grande amigo que deixou um enorme vazio quando morreu.
O Amarelo que fugiu e nunca mais voltou. Ielokete. Deixava minhas mãos rasgadas e inflamadas, na época eu ainda não passava álcool.
Era imprevisível e temperamental com suas brincadeiras e correrias pela casa.
Ah Pluto.. nem sei o que dizer. Você foi o melhor amigo que eu já tive em toda a vida. Você compensava o meu isolamento social. Foi uma das melhores coisas da minha pseudo-infância, tornou tudo isso suportável.
Foi a morte que mais acabou comigo. Me fez entender que a morte é muito pior para os que ficam vivos.
Zé branquelo, a sua morte nunca fez sentido. Não entendo porque alguém faria isto com você. Aliás, não entendo é mais nada. Preferiria 1 milhão de vezes que tivesse sido eu no seu lugar. Um gato tão brincalhão e social. Entrava na casa de outras pessoas e fazia amizades por lá. Fez amizade com uma gata que morava numa casa na esquina.
Ainda hoje esta gatinha vem na frente da minha casa e fica lá miando. Eu acho que ela está chamando você sem saber que você nunca mais vai responder. Até hoje sonho com o Zé branquelo.. não me conformo.
Preto velho, ainda bem que você ainda está aqui. Rabugento e violento, mas também é manso quando está de bom humor ou quer alguma coisa.
Espero que você ainda viva um bom tempo. Tem sido uma boa companhia para alguém tão solitário.
O crepúsculo.
 Ah a lua.. o grande motivo perdido deste blog.
 O Maracujá verde.. também faz muita falta.
 A lua denovo.. (uma das melhores fotos que tirei da lua)
 denovo..
 e denovo.. infinitas vezes. (esta foto eu virei a noite para tirar e ficou uma porcaria. É uma pena) Quem leu alguns posts meus sabe que a lua é algo importante pra mim, quase uma obsessão. Se eu tivesse glândulas lacrimais eu choraria ao ver estas fotos.
 A grande pequena Marulícia! Cachorrinha de uma amiga da minha irmã que está bem viva e em breve vai ser mamãe!! (e ela ainda está do mesmo tamanho!)
 A minha bela nave antes de ser destruída..
 O cara e o baka.
 Guilherme Jarg.

Bem.. eu tentei postar aqui todos os símbolos do meu blog, mas ainda faltaram vários. Alguns eu jamais terei a chance de postar. Vamos ver se este é o último post ou se vai te mais algum.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Sem palavras.

Este é um daqueles vídeos que REALMENTE valem apena, mas que ninguém jamais vai ver.
É rir pra não chorar..



É um dos últimos antes de eu encerrar meu blog.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Love hurts



Ah gente! Tem coisa mais brega que essa música?

Músicas pra ninguém ouvir..

Meu blog finalmente está acabando. Está dando pulos de alegria por só faltar uns 3 dias pro fim. Como eu o invejo.

Mas não poderia encerrar meu blog sem postar esta pérola que me acompanha e delicadamente amaldiçoa desde 2010.


Scorpions também tem umas tão legarióticas. Pena que eu não posso mais ouvir.
Que forever alone.
Não posso mais ouvir Scorpions, não posso mais ouvir rádio.

Parece que acabaram comigo né?

Pode acabar o mundo agora?
E agora?
Agora?

quarta-feira, 13 de junho de 2012

O dia dos namorados - Pâncreas

Acabou que no fim do dia meu computador ganhou o mouse.

Desta forma, apenas eu fiquei sozinho e sem nada pelos motivos citados na parte 1 e mais vários outros.

Não houveram vítimas importantes afinal.

terça-feira, 12 de junho de 2012

O dia dos namorados - Parte 2

E o meu desejo para o dia dos namorados?

Que todos os namorados não leiam esse post horrível e sejam felizes.

Que este seja o último dia dos namorados.
Que o mundo exploda de tal forma que ninguém suspeitaria que algum dia tinha um planeta ali.
Que o mundo acabe.
O fim do mundo.
O apocalipse.
Que a lua caia na terra, os continentes submerjam nos oceanos, a terra caia no sol, o sol se apague.
Que todas as estrelas do universo morram.
Que o sol subitamente exploda numa explosão de supernova.
Que todos os armamentos de todos os tipos existentes no planeta sejam detonados simultaneamente.
A extinção imediata, instantânea e absoluta de toda vida.
Que não haja um amanhã.
Que não haja outro 12 de junho.

O dia dos namorados - Parte 1

Oi.
Meu nome é guilherme.
Tenho 19 anos.
Nunca penteio e muito raramente corto o cabelo.
Nunca fiz barba nem bigode.
É quase impossível olhar os meus olhos pois eu sempre desvio quando alguém olha na minha direção.
Eu costumo repetir camisas várias vezes mesmo que estejam sujas e amassadas.
Eu só troco de calças num período mínimo de 2 semanas.
Eu ando por aí com sapatos furados e rasgados.
Meus olhos são de alguma cor sem graça.
Não há nada de interessante no meu rosto.
Meus braços parecem ser feitos de gelatina.
Uso dois anéis de cobre desagradáveis à visão que as vezes deixam meu dedo meio verde e asqueroso.
Uso um relógio meio arranhado e amarrado com alguns fios finos.
Uso um colar meio enferrujado que eu mesmo fiz com um símbolo da paz que achei no chão.
Gaguejo um pouco as vezes.
Eu invento palavras com frequência.
Minha memória de longo prazo contém poucas e corrompidas informações.
Minha memória de curto prazo armazena pouquíssimas informações durante poucos segundos.
Meu raciocínio é lento.
Eu sou preguiçoso.
Eu falo pouco, mas escrevo muito e com pouca qualidade .
Não tenho Facebook, twitter ou outra rede social interessante.
Tenho Orkut mas só uso para baixar séries pela internet.
Suspeito que tenho síndrome de Asperger, mas nunca fui em um psicólogo para confirmar.
É absurdamente raro eu ir a algum evento social, qualquer que seja.
Eu odeio futebol e quase todos os outros esportes existentes.


Eu queria dar um mouse de presente para o meu computador pelo dia dos namorados como vi por aí em alguns blogs humorísticos, até porque o mouse aqui já está quebrado há alguns meses e não funciona direito. Porém eu não tenho dinheiro para isso.


Enfim, tem muito mais coisas sobre mim, mas no geral todas são tão interessantes quanto as citadas acima.

sábado, 9 de junho de 2012

asdf

A praça da estação.
Anel rodoviário e avenida Amazonas, o ponto de ônibus.
Viagem no tempo.
É otimismo exagerado esperar o fim do mundo este ano.
O depois de depois de amanhã, não quero nem pensar.
Só de pensar me dá preguiça.
Preguiça de escrever um título, um post.

Eu não existo.

terça-feira, 29 de maio de 2012

O assalto (ah vai.. esse é grande mas vale a pena ler!)

Estou eu lá caminhando numa via até bem movimentada, voltando para casa depois do trabalho ouvindo Chico Buarque no meu MP4 quando vem um cara devagar na minha direção. Vejo que ele para e chega perto de mim, eu então tiro o fone esquerdo pra ouvir o que ele vai falar.
"Tô mostrando isso aqui que é pra você não correr"  Diz o cara mostrando dentro da calça uma pistola pequena de cano duplo, ou pelo menos eu acho que era isso que ele queria que eu acreditasse que fosse. Nunca vi pistolas daquele tamanho de cano duplo. Eu então olho para aquele pedaço de metal ridículo mas possivelmente letal, volto o meu fone esquerdo para o ouvido, dou meia volta e saio andando deixando o assaltante falando sozinho. O cara vem atrás de mim. Eu então saio correndo, olho para trás e ele ficou lá olhando para mim provavelmente puto da vida. Continuei correndo e correndo até que não aguentei mais. Já estava muito longe. Me veio uma euforia doentia por ter me arriscado assim. Estava quase soltando meus pulmões pra fora de tanto correr, e ainda assim comecei a rir. Doentio. Ri muito, quase engasguei. E se ele tivesse atirado? Pensei nisso enquanto corria e cheguei a conclusão que se ele atirasse, teria muito mais problemas do que eu. Quem lê meu blog sabe que eu não tava nem aí se ele atirasse. "Atira! atira então!! quero ver essa "arma" aí botar uma bala na minha cabeça e espalhar meus miolos pela esquina do CEFET" pensava enquanto corria. Se ele tivesse atirado, agora tudo estaria bem e acabado. Eu estaria em paz e meu blog ia viver para sempre. Seria até melhor.

Já é a segunda vez que fujo de um assalto neste bairro. Da primeira vez não tinham armas e eram dois pivetinhos que deviam ter uns 13 anos. Dessa vez foi bem mais divertido.

Mas nas duas vezes, depois da euforia, me deu uma sensação ruim. Pois com certeza, eles pegaram a próxima pessoa que passou por ali, e eu não pude fazer nada.

De quantos assaltos será que eu vou escapar até acabar com chumbo quente na testa?


Esse post relata acontecimentos reais.
Se você gosta da sua vida nunca reaja ou fuja de um assalto, deixe isso para os idiotas suicidas como eu.

domingo, 27 de maio de 2012

Achei..

Eu achei aquele lugar.
Venho procurando há uns 2 anos.
Um cara me perguntou uma vez: "Por que você está procurando? O que vai fazer quando chegar lá?".
Eu procurava porque sou um idiota, e nem faço ideia do que vou fazer quando chegar lá. Precisava procurar o guilherme do passado e ter uma longa conversa com ele. Avisar sobre o que viria nos anos seguintes e o que ele deveria fazer para evitar tudo isso. Mas eu sei que o guilherme do passado não vai estar lá. O lugar estará vazio. Vazio.

Tem gente que se pergunta se a vida é uma grande ilusão. Não.. a vida não é só ilusão. A vida é aproximadamente 40% ilusão, 40% desilusão, e 20% realidade.

Pois é, e depois de tudo isso, hoje eu fui obrigado a assistir um casamento. Um casamento!
Se a vida é um jogo, então o cara que tá jogando contra mim tem como lema "O importante não é vencer, é humilhar o adversário."

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Ah.. que merda, cara.

que merda..
q merda..

Um post por dia até o dia 23 de Junho?
Isso não importa.. não faz diferença..

Cara.. ainda bem que eu não bebo.. porque se eu perder o controle tenho certeza que eu morro na hora. Mas por que isso é uma coisa boa mesmo?

quinta-feira, 24 de maio de 2012

"Onde a água do mar não bate"

- Putz..
- Que coincidência, não?
- Acho que eu morri.
- Não seja tão otimista. Você só levou um choque por tantas tristes coincidências juntas no mesmo dia.
- E agora?
- Nada mudou.
- Me deixa voltar! Por favor!
- Não posso. Você vai ter que aguentar aí. Você sabia que isso iria acontecer! já estava esperando por isso! Não entendo a surpresa.
- Não estou surpreso.. era realmente óbvio. Mas ainda assim.. sei lá. Eu quero ir na praça da estação.
- Sozinho?
- É o jeito né.
- Você não tem cura mesmo heim.. Tudo vai ficar bem. Só não vai ficar bem para você, mas vai ficar bem para.. você sabe quem.
- E é isso que importa. Fico feliz por isso.. Mas ainda quero ir na praça da estação.
- Você quem sabe.. mas não devia. Você pode se sentir mau lá.
- Estou me sentindo mau aqui.
- Tudo bem.. eu vou com você então. Mas você vai ver, não vai ter ninguém lá.
- Será que eu consigo dormir hoje?
- Acho difícil com todo esse inferno à nossa volta.
- Bom, vou tentar então.. minha cabeça tá parecendo um rádio ligado em todas as estações ao mesmo tempo.
- É uma pena.
- Isso vai passar?
- Ah baka.. isso aí nós dois sabemos que não. Não nos resta muita coisa não é mesmo?

 Nós estaremos "Pra-sempre-mente" presos no deserto vazio dos "monoálogos" onde a água do mar não bate.

Ah maldita dor no pâncreas..

"tah neh.. + eh soh por issu??"

Esse jeito de escrever me dá uma dor de barriga... ou melhor.. no fundo do pâncreas..

Foi na maldita quarta feira dia 28/4/2010 às 01:10 da madrugada, uma lua cheia tão legariótica e inspiradora por algum motivo me deu forças pra fazer algo inimaginável que, é claro, deu estupidamente errado.

Mas isso é passado! Por que diabos eu fui rever esta desgraça do passado?
Será que eu não canso de ser idiota e de reviver toda a minha idiotice e suas consequências diariamente?

Essa porra do inferno não vai acabar nunca mais!!!

Tô passando mal viu.. sei lá. É, tipo que, um tanto quanto meio... sério..

Eu então pergunto..  por que?

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Como eu escrevo meus posts

Sabe como é que eu escrevo meus posts?
Eu bato a cabeça no teclado do computador diversas vezes com muita força, pressionando as teclas de forma totalmente aleatória, paro quando o sangue que sai do meu nariz começa escorrer pela mesa e cai no chão e depois posto sem ler. Nunca li nem um dos meus posts, nem vou ler este que estou postando agora. Por isso meus posts são tão ruins. Por isso eu vivo tão só. Por isso a minha morte será igual a do meu blog: Abrupta, repentina, absurdamente solitária. Vai demorar uns bons meses ou anos ou décadas até que alguém perceba. Ou, no melhor dos casos, ninguém jamais ficará sabendo.

sábado, 19 de maio de 2012

Porque o dia 23 de junho?

O dia 23 de junho. Foi bem o dia em que a natureza, depois de uns 15 anos, resolveu finalmente olhar pra aquele cara e pensou "Vamos ver o que acontece se ele tiver uma chance". É claro que a natureza se arrependeu deste erro, e não voltaria a cometê-lo tão cedo. O cara também se arrependeu pelo erro que a natureza cometeu, mesmo sem entender ao certo toda aquela confusão. Em outras palavras, o dia 23 de junho foi quando tudo começou. Aquele dia 23 de junho foi o real motivo de eu ter começado este blog. Agora, 4 anos depois, somente um fantasma sobrou. E afinal, porque acabar meu blog no dia 23 de junho? Talvez você esteja pensando "Bem, já que tudo começou no dia 23 de junho, é justo que termine neste mesmo dia". Mas a real resposta para isto, a única e total razão é na verdade: " ... Nos desculpamos pelo inconveniente. "

"Você não é idiota.. se você fosse eu nunca falaria com você. Você só é um baka"