quinta-feira, 30 de julho de 2015

Acabou o fim

Estão acabando as férias.
Está acabando a proteína.
Está acabando o transporte.
Está acabando o dinheiro.
Está acabando a paciência.
Estão acabando as opções.

O que mais está acabando?
A solidão está acabando?
Acho que a depressão está acabando.

O fim com direito a recomeço.
E o recomeço traz boas oportunidades.
Estou esperançoso quanto ao futuro.
Me aventurei bastante nos últimos tempos.
Acho que minhas aventuras e experiências ajudarão a trazer coisas boas.
Por mais que o futuro próximo pareça bem nebuloso e incerto.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

É bonito ser feio!

E o velho sábio filósofo barbado veio a mim e disse:
"É bonito ser feio!"
A montanha veio ao homem que teve fé para dizer:
"É bonito ser feio!"
E o Deus veio ao mundo para dizer à sua criação:
"É bonito ser feio!"

terça-feira, 21 de julho de 2015

Estou bem

Andei sumido do blog, Doutor.
Este é o meu jeito de dizer "estou bem", sei que é meio estranho, Doutor.
Apesar de que, voltar aqui hoje me preocupa um pouco.
Mas não é nada, Doutor.
Eu até viajei no fim de semana passado, enfrentando alguns medos intensos.
É claro que, o universo deu um jeito de estragar quase tudo até nesta viajem.
Mas, foi divertido mesmo assim.
E nós tentaremos de novo no próximo fim de semana.
Sim, "nós"! Fomos eu e mais três amigos. Por isto todo aquele medo do qual falei.
Vou fazer o que eu puder para vencer a depressão, Doutor.
E quero recuperar meu hipocampo também.
Minha memória de curto prazo já está melhorando bastante, e quero melhorar cada vez mais.
Até mais, Doutor.
Volto a postar em breve.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Pato da sorte

Oi, Doutor!
Ontem foi a segunda vez que eu fui num show da banda Pato Fu.
Nas duas vezes, eu cheguei 1 hora atrasado e achei que o show já tinha acabado, mas na verdade, ainda nem tinha começado.
Parece que Patu Fu realmente é a minha banda de sorte.
E quase que eu perco este show. Pois, eu estava realmente desanimado, e um bocado de coisas anda dando errado. Eu fui me arrastando, lutando contra a voz que me dizia pra ficar em casa e não fazer nada. Mas, de alguma forma, consegui reunir forças e fui.E apesar da solidão intergalática que eu sentia, quando eles começaram a tocar, eu me diverti como há muito tempo não fazia. O show foi realmente muito bom, Doutor! Muito animado, a Fernanda Takai linda dançando loucamente, os caras tocando demais também.
Fiquei muito feliz de ter ido, mesmo que tenha ido sozinho e saído de lá sozinho (ao contrário da última vez que eu até incrivelmente arrumei uma companhia lá! hehe!).
As coisas estão meio pra baixo agora, Doutor. Mas o show ajudou bastante, e talvez, ainda tenha muito o que melhorar.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Olá, Doutor!

Oi, Doutor.
Passei aqui para dizer que eu estou bem.
Me desculpe por sumir assim, deve ter ficado preocupado com meus últimos posts.
Estamos sozinhos no meio do deserto, e as vezes ainda dá uma pequena recaída e nós ficamos um pouco pra baixo, mas no geral, acho que está tudo indo bem, ou pelo menos, se recuperando.
Em algum tempo, eu devo voltar a escrever alguma coisa que preste neste blog.
Até mais, Doutor!

quinta-feira, 2 de julho de 2015

ç~liuygrsZ\

E então, Doutor?
Eu me deixei abater?
O universo venceu?

Me desculpe, Doutor.
Talvez eu só esteja com um pouco de sono.
Por isto tudo está desmoronando ao meu redor.
Vou tentar melhorar minha mente e voltarei para conversarmos.

Obrigado por me ouvir, Doutor.
Eu não mereço que você converse comigo.
Não mereço os amigos que tenho.
E, principalmente, não mereço os romances que me são negados.
Por isto sempre são negados.
Eu não sou uma pessoa, tenho que entender isto.
Mesmo se meus sentimentos fossem bons o bastante,
minha ingenuidade ainda me faria não merecer.

Enfim, vou parar de escrever agora.
Obrigado, novamente, por me ouvir, Doutor.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

"Eu não gosto de você"

E, assim que eu cheguei na casa de um amigo, a sobrinha dele de três anos de idade olhou pra mãe, apontou para mim e disse "Eu não gosto dele".
Na hora, todos riram e meu amigo disse "Gosta sim, ele é o Guilherme, nosso amigo!".
É interessante nos depararmos com uma sinceridade plena como a daquela garota, Doutor.
Ela sentiu o que todas as pessoas ao meu redor sentem, mas ela disse isso em voz alta para todos ouvirem, inclusive eu.
Ela sentiu a minha aura maligna, a minha negatividade, a substância sutil que me cerca e que faz com que eu seja este cara sem graça, tímido, solitário...
E ela, ao contrário de todas as outras pessoas, não viu necessidade de ocultar isto, não sentiu medo ou vergonha de dizer.
Bem, Doutor, eu sinto muito por fazer um post tão auto depreciativo assim. Sei que eu estava evitando este tipo de coisa, mas, como pode ver, eu não estou me sentindo muito bem estes dias.
É claro que eu me entristeço um pouco com o abandono da Fênix. Por alguns momentos, acho que eu tive uma real ponta de esperança.
Mas, já acabou agora.
Vou tentar me animar um pouco, Doutor.
Depois tento voltar a escrever posts mais positivos.
Até mais, Doutor. Obrigado por me ouvir.

A prisão

O andarilho abre os olhos e vê o céu azul.
Acordando daquele belo sonho.
O sol queima sua cara.
Está deitado no chão de barriga para cima.
O infinito chão do deserto.
Não existe mais a Fênix.
O sonho acabou.
Mas o andarilho finalmente se sente livre outra vez.
Em sua prisão que é o deserto.

sábado, 27 de junho de 2015

O de sempre

Oi, Doutor!
Tudo bem com você?
Comigo tá tudo "bem"!
Não exatamente do jeito que eu gostaria.
Enfim, eu que estava com a consciência pesada por estar atacando dois alvos ao mesmo tempo, não acertei nenhum dos dois.
"O de sempre".
Mas larguei tudo pra lá.
Dei meia volta e fui fazer outra coisa.
Pelo menos por enquanto.
Depois vejo o que vou fazer sobre isso, se não der preguiça.
Ou eu simplesmente mando tudo pra aquele lugar...
Vamos ver, Doutor. Vamos ver o que vai dar.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

O fim

Não é justo comigo, me deixar sem resposta por tanto tempo.
É como se eu fosse apenas um robô.
Mas o que eu sou?
 - Aqui diz "Um robô caminhando por um gigantesco e solitário deserto."
Não estou certo.
Mas, talvez, eu seja mesmo um humano.
Talvez eu tenha o meu valor.
E é cruel que eu seja menosprezado assim.

Será que é justo?
Será que é a pena do crime?
O crime de expressar de forma direta, clara e objetiva os verdadeiros sentimentos internos?
"Sentimentos de natureza quase humana"!

Juro pela minha percepção de todas as estrelas do céu, inclusive o sol, que este será o meu último recurso com a Fênix.
Dessa vez é sério. Não haverá segundas chances.
Será realmente o fim.

Ansiosiesistidade

Doutor...
Já faz três dias!
E se ela nunca responder?
O que será de nós?
Doutor... Eu não quero ficar louco, Doutor!
Por que ela está fazendo isto?
Doutor, Eu estou obcecado. Insano.
Estou perdendo minha lucidez.
Tenho medo de abrir os olhos a qualquer momento e me ver preso em uma camisa de força dentro de uma sala acolchoada.
É como se cada segundo contivesse toda a história do universo.
Fênix, eu te imploro, por favor...
Te imploro com tudo o que tenho em mim...
O que fazer, Doutor? O que fazer?
E se ela nunca responder?
Nunca responder!
Nunca!
Jamais em toda a eternidade...
Fênix, se você estiver lendo isto, eu...
Se você estiver lendo isto...
Eu tenho uma coisa pra te falar.
Fênix...
Eu...

terça-feira, 23 de junho de 2015

Ansiosiedade

Doutor, sinto como se meu pâncreas estivesse sendo retirado pedacinho a pedacinho utilizando apenas uma pinça.
Vou perder minha cabeça. Vou enlouquecer de vez.

Esta música se chama "Countdown to death" do Doom II, que eu tanto joguei quando era mais novo (e ainda jogo as vezes). Ela resume o que estou sentindo agora.
A contagem final para a morte.
Só que é como se ela estivesse tocando há várias eternidades!

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Ansiedade ansiosidade

Doutor.. esta ansiedade está me matando!
Tem tanta coisa passando pela minha cabeça!
E, a cada mensagem que eu envio para a Fênix, ela demora dias, ou até semanas pra responder!
É como se estivéssemos escrevendo cartas de novo, Doutor!
Estou com dificuldades em me organizar e me concentrar, em ler, em fazer qualquer coisa!

Se bem que, hoje eu estou meio sonolento também.
Tive que acordar cedo atoa. Um babaca aí que eu nem conheço, não sei nem o nome amigo de uma amiga minha me pediu ajuda em uma matéria. Eu disse que sim, é claro, e marcamos de estudar hoje cedo. Em cima da hora, o cara disse que não ia poder.
E você sabe que eu fico bastante estressado o dia todo quando acordo cedo atoa, né, Doutor.
Talvez seja só isso.
Vou tentar ficar mais calmo e fazer alguma coisa tranquila.
Obrigado por me ouvir, Doutor. Eu realmente precisava desabafar.
Se a Fênix finalmente disser alguma coisa, eu te conto.

A delícia do algoz ou o resgate da Fênix

Doutor, a Fênix ainda não me respondeu.
Isso me faz começar a imaginar... "E se ela estiver pensando no assunto? E se ela realmente estiver apenas com medo de que tudo dê errado? Será que ainda existe uma chance?".

O algoz está se deliciando com o sofrimento do condenado, antes de finalmente lhe tirar a vida.

O corpo do condenado está intensamente ferido.
Mas ele ainda respira.
Ele ainda pode viver!

O algoz prepara a lâmina para o golpe final.
O golpe de misericórdia.
O golpe que o livrará da angústia, mas também da vida.

Dois eventos podem ocorrer daí.
Existem dois finais para a história do condenado.

Eis que, finalmente a lâmina lhe arranca a cabeça de uma só vez!
E será o fim definitivo desta história.

Ou, a Fênix pode surgir milagrosamente!
Com sua coragem e piedade, resgata o condenado daquele terrível lugar!
Com suas lágrimas e afeto, o cura de todos os ferimentos!
E com seu beijo, o transporta para outra dimensão, a qual só se pensava existir em sonhos de fantasia e lendas.

Esperaremos para descobrir.

domingo, 21 de junho de 2015

A gigantesca carta

Caramba, Doutor!
Eu enviei para a Fênix a maior mensagem que já escrevi na vida para alguém.
Foi quase que um post do blog em formato de mensagem.
Infelizmente, não pôde ser uma carta de verdade, foi só uma mensagem dessas digitais mesmo.
Mas foi algo bem profundo, bonito, poético, filosófico.
Eu leio e releio várias vezes, não me canso.
Ficou tão bem escrito, tão inspirador!
É uma pena que, acho que não vai dar em nada.
É extremamente careta ser tão profundo hoje em dia.
E também, Doutor, nós já sabemos um pouco sobre ela.
Por mais que ela tenha feito algumas revelações incríveis, nós não estamos nem próximos de estarmos ao nível dela ainda. (Sei que estamos tentando aumentar nossa auto confiança e auto estima, Doutor. Por isto, coloquei o "ainda" na última frase.)
Mas, está sendo uma experiência incrível.
Nunca pudemos conversar tão profundamente com uma "vítima" antes.
Teremos uma baita história pra contar depois disso, Doutor.
Infelizmente, não sobre "Como conseguimos conquistar a Fênix", mas, pelo menos sobre "Como pudemos ter uma conversa tão profunda com alguém de quem gostássemos muito".